ADJ e Medtronic celebram as Olímpiadas do Lenny

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A intenção é conscientizar sobre a importância da atividade física na gestão do diabetes tipo 1

Dia de jogos e educação para crianças e jovens com diabetes tipo 1 e seus familiares

Com o objetivo de conscientizar sobre a importância da atividade física na gestão e no controle do diabetes tipo 1, a Medtronic, em parceria com a ADJ (Associação Diabetes Juvenil), realizará as Olimpíadas do Lenny. O evento acontece dia 17 de maio, sábado, das 9h às 17h,  no acampamento Aruanã, no município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo, para crianças e adolescentes que vivem com diabetes e seus familiares.

Durante o evento, que tem como lema “Vamos jogar para ganhar do diabetes tipo 1”, os inscritos participarão de uma variedade de jogos, competições esportivas e outras brincadeiras que reforçam a mensagem da importância do exercício como estilo de vida para pessoas com diabetes. Transporte, refeições e conversas sobre opções de tratamento com médicos, nutricionistas, psicólogos e especialistas de produto estão incluídos na programação. 

“Nossa missão na ADJ é apoiar os pacientes com diabetes e suas famílias para que eles possam levar uma vida o mais normal possível. Eventos como as Olimpíadas do Lenny servem como ferramenta para educar sobre os aspectos essenciais para o correto controle da doença,” afirma a Dra. Denise Franco, diretora científíca da ADJ, que incentiva aos pais de crianças e adolescentes com diabetes tipo 1 a se inscreverem o mais rápido possível, já que as inscrições são limitadas.

A Dra. Denise explica ainda que “da mesma forma que o monitoramento constante dos níveis de açúcar no sangue e a alimentação saudável, a atividade física é uma das melhores aliadas no controle do diabetes. Devemos cuidar para que os pacientes entendam isso desde pequenos, tornando a atividade física uma constante em suas vidas.”

Pais ou familiares de crianças e adolescentes entre 5 e 16 anos, com diabetes tipo 1, interessados em participar do evento devem inscrever seus filhos pela ADJ, no telefone (11) 3675-3266 com Debora, no ramal 33, e Paula, no ramal 31, até 30 de abril. Cada participante poderá levar até três acompanhantes.  Mais informações podem ser encontradas no site da ADJ www.adj.org.br

Informações sobre a Medtronic podem ser encontradas no site www.medtronicdiabetes.com.br.

Serviço:

Olimpíadas do Lenny

Local do eventoAcampamento Aruanã  – Rua João Antônio Carlos, 250, Embu-Guaçu – SP

Data e horário: 17 de maio, das 9h às 17h

Local da partida: Estacionamento do Shopping Center Norte

Encerramento das inscrições: 30 de abril

Inscrições: pelo telefone 11 3675-3266 (com Débora ou Paula)

 

 

Mulheres, diabetes e emoções

Mulheres, diabetes e EmoçõesNo último sábado de março, tivemos um encontro muito bom reunindo mulheres diabéticas. Foi o segundo encontro, com um tema pra lá de profundo: Diabetes e Emoção. O primeiro, realizado ainda em 2013, teve como tema Alimentação.

A iniciativa das minhas colegas blogueiras é uma das melhores que eu vi nos últimos tempos nesta área. Teresa Cristina Bujokas Nunes, do Dia a Dia Diabetes, se juntou a outras super blogueiras engajadas para criar este movimento das Mulheres Diabéticas. São elas: Kath Palama, do Diabetes & Você, Luana Alves, do A Diabetes e Eu, e Carol Neumann, do Ao Trabalho. Quem acompanha blogs de diabetes sabe que todos os blogs citados dispensam apresentações.

Nos EUA, o movimento que inspirou as meninas por aqui é forte o Diabetes Sisters. E leva a essas mulheres a possibilidade de debater temas tão peculiares da vida de uma mulher diabética, que só quem tem, entende. É uma rede de apoio, composta por um grupo no Facebook e por reuniões presenciais a cada três meses, com tema predefinido.

Como única MODY da turma, observo as conversas sob outro ponto de vista, e entendo cada vez mais o dia a dia de uma mulher DM1, realidade da qual me aproximei quando estava grávida. O espaço escolhido foi ótimo, aconchegante, agradável, e com um staff pra lá de dedicado, que teve a preocupação de colocar no cardápio a quantidade de CHO de cada item.

Parabéns, meninas! Aguardo ansiosamente o próximo!

Tem diabetes? Ficou curiosa? Participe do próximo!

As meninas! ;)

As meninas! ;)

Você só fala sobre DIABETES?

Manu e a mamãe, blogueira convidada do Viver, Fernanda Estessi, do Facebook InsulinaAmiga

Manu e a mamãe, blogueira convidada do Viver, Fernanda Estessi, do Facebook InsulinaAmiga

Fique atenta! Você já se deu conta que o diabetes permeia todos as suas conversas. Que tal um pouquinho de moderação? Vale a pena ler o texto da nossa BLOGUEIRA CONVIDADA, Fernanda Estessi, sobre o tema.

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Sabe aquela pessoa que vc pergunta: “oi! Tudo bem?” E ela te responde: “ai… Não tá tudo bem não.” E começa a fazer um relatório detalhado da vida toda? Quem curte? Pois é. É sobre isso que vou falar nesse post.

Mães já tem uma tendência natural de só falar do filho. Tudo o que vai dizer, é sobre o filho. Quando é de uma mãe prá outra, vá lá. A gente se entende. Mas pra quem não é mãe, o assunto vira um porre. Sei bem o que é isso. Adoooooro falar das minhas filhas. Todos os assuntos se encaixam pra comentar alguma coisinha sobre elas. E quando estão doentes, então? Se deixar, a gente conta até quantos ml de remédio eles estão tomando. E quando a gente tem um DM1? Aí eu vou te contar uma coisa: esse é o assunto. Mas perceba: a maioria das pessoas NÃO É DM1. A maioria das pessoas NÃO TEM DM1 na família. Então, a gente nem deveria se empolgar falando demais.

“Sabe quantas unidades de insulina meu filho toma?…” >> lembro que quando eu estava no hospital com a Manu, eu ouvia as enfermeiras dizendo que dariam x unidades pra Manu. E eu pensava… Como assim “unidades”? Antes do DM1, a gente só ouvia falar em ml. Não em unidades… Só agora é que essa tal de unidade ficou familiar e entendemos o que isso quer dizer. “A caneta… a bomba…” >> cara! Como assim “caneta”? Como assim “bomba”? Isso não era nem de longe um termo ok pra você há um tempo atrás. E, de repente, vc se vê falando que seu filho usa caneta ou que usa bomba… Isso parece papo de doido! “Depois que ele come, dou insulina pra “queimar” o carbo”…>> queimar? Queimar?? Meu docinho acordou com hipo >> sério: até dois meses atrás eu nunca tinha ouvido uma quantidade tão gigante de mães se referindo aos seus filhos como doces/docinhos.

Acredite: isso não é algo natural para as outras pessoas. Preciso manter a glicemia boa pra glicada ficar até 7 no próximo exame>> mães de DM1: pra mim e pra vc essa afirmação faz TODO SENTIDO DO MUNDO e vivemos pra que a vida deles continue assim. Mas 98% ou mais das pessoas com as quais convivemos, não fazem ideia do que é essa tal de glicada e muito menos entendem porque ela tem que ficar abaixo de 7. E só mais um dos nossos termos estranhos: “será que meu docinho tá em lua de mel?”

Tô dizendo tudo isso pra que nem eu, nem vc, mãe de um DM1, saia por aí falando da vida do seu filho desenfreadamente, como se todo mundo tivesse a obrigação de entender o que estamos falando. Nossas vidas giram em torno deles sim e dedicamos todo nosso tempo a eles. Mas a gente não pode ser a chata que só fala nisso, ok? Senão, as pessoas vão começar a se distanciar de vc e vc nem vai saber por quê. Aliás, a página InsulinaAmiga surgiu exatamente por isso. Não era justo com meus amigos virtuais dividir o que eu passava com a Manu todos os dias. Melhor escrever o que quero numa página exclusiva pra isso onde tenho a certeza de que quem quiser ler, é porque realmente se interessa pelo assunto.

É como as marcas que as lancetas deixam nos dedinhos deles. Ninguém percebe. Sério! Dá pra levar numa boa. As marquinhas só vão se tornar evidentes se vc mostrar no detalhe. E, se alguém quiser saber mais sobre isso, aí sim vc conta tudinho. Sacou? Concorda comigo?

Xô, preguiça!

Olha, confesso que não tem sido fácil me cuidar. Tenho andado meio desleixada. Mês passado, comecei a academia super empolgada, Fiz duas semana no maior pique. Aí, veio o Carnaval. Você para (odeio este para sem acento, pra mim, continua sendo pára) aqueles cinco dias, e depois para voltar, já viu…

Resultado, um mês sem ir à academia! Deixando-me atropelar pela correria do dia a dia, engolida pelo cotidiano. Estou tentando ajeitar as coisas, organizando a casa, a vida doméstica, para poder me dedicar melhor às outras áreas da vida. Tudo deve estar em equilíbrio para que a vida flua.

Amanhã, teremos o II Encontro de Mulheres Diabéticas, e o assunto é Diabetes e Emoção, bom para colocarmos as nossas dificuldades de administrar tudo nesta vida, e mais o diabetes. Conto como foi, depois!

 

Fernanda e Manu

Fernanda e Manu

A partir de agora, teremos postagens da Fernanda Estessi, da página do Face “Insulinamiga”, aqui no blog. A Fernanda é publicitária, gerente de projetos, mãe da Manu (diagnosticada DM1 há seis meses), e da super Gi, linda adolescente. Mãe, mulher, profissional, cuidadora, mamãe pâncreas. Direta, sensível, prestativa, prática, organizada. Excelente escritora, consegue traduzir o que as mamães pâncreas sentem. Leiam, opinem, participem! E acompanhem a Fernanda no Facebook >>> http://goo.gl/JCqpKE

POR QUE MESMO SE CUIDAR?

Seis meses de diagnóstico da Manuela me fazem ficar mais certa a cada dia: cuidar de crianças com diabetes é infinitamente mais simples do que ver um adulto diabético cuidando de si próprio.

Engraçado que, até tudo acontecer com a Manu, a impressão que eu tinha era a de que, das pessoas mais próximas a mim, só meu cunhado tinha DM. Mas o tanto de gente que descobri ser DM1 de 180 dias pra cá foi imenso.

Quando você cuida de uma criança, você dorme e acorda pensando no diabetes. Exagero? Muito provavelmente. Mas, se isso é típico de mãe, calcula se não é ainda mais para a mãe de um DM1.

A gente pensa em tudo, faz as dextros com a regularidade necessária (às vezes, até mais do que preciso), conta carboidratos, faz todos os exames com a regularidade necessária e pula de alegria com os resultados da hemoglobina glicada. Cuida de cada refeição e cerca o filho de cuidados, afastando todas as ruins possibilidades que o diabetes pode trazer no futuro.

Mas e o adulto diabético?

Ele vive de uma outra forma. Especialmente, porque ELE É O DONO DE SI MESMO e, na real, parece estar se importando pouco ou quase nada com os sentimentos e aflições de sua mãe, seu pai, sua esposa, seus filhos.

Tenho dois nomes. Um deles, apresentarei com o nome fictício de “João”.

Daniel: 36 anos, DM1 há 20.
Hoje sei a dor da minha sogra quando teve o diagnóstico de um adolescente com diabetes em casa. Meu cunhado nunca se cuidou. Sempre viveu todo errado, comendo tudo o que não devia. Contagem de carboidratos? Nunca ouviu falar, até que sua sobrinha -a minha pequena Manu – fosse diagnosticada, 20 anos depois. As insulinas, aplicadas numa quantidade fixa (sem levar em conta o que comeu ou deixou de comer) estão sendo seguidas das dextros há seis meses. Ele mesmo confessou, no dia do diagnóstico da Manu, que não fazia o monitoramento havia meses.

“João”, 37 anos, DM1 há 14 anos.
Filho de um senhor (já falecido) DM2, João tem diabetes desde os 23 anos de idade. Hoje, casado há mais de 7 anos, preocupa a esposa que o vê totalmente relapso com a doença. Desanimado com a vida e com sua situação, João sente-se sempre muito cansado e só pensa em dormir. Contagem de carboidratos? Há 4 meses ganhou um livreto com todas as orientações. Mas o que significa um livreto desses pra um DM1 que não faz dextro há meses?

O que leva esses dois homens a desistirem, a se entregarem por tantos anos? Cuidar de si mesmo é menos importante do que cuidar de um filho?

Fica aqui um alerta pro Daniel: enquanto vc se cuida de qualquer jeito, vendo a vida escorrer por entre os dedos, sua filha tá aí, louca pra crescer com o pai ao seu lado.

Fica aqui um alerta pro “João”: vc não tem os filhos que a sua esposa tanto quer. Vai fazer o quê com os sonhos dela? Enterrá-los?

E vc, adulto/jovem que chegou até aqui: se a carapuça serviu, desculpe. Mas era com você mesmo que eu estava falando.

Accu-Chek Roche

A Roche foi uma das pioneiras nos encontros com blogueiros da área de diabetes. Fazem encontros onde levam profissionais para falar sobre a doença e a convivência com ela. Informações que nós blogueiros podemos replicar e repassar para um maior número de pessoas. Uma forma de reconhecer e apoiar o nosso trabalho.

Ontem, fui presenteada com um mimo de Feliz Ano Novo! Uma cesta deliciosa da SuaviPan. Depois vou falar de cada um dos produtos que veio dentro dela. ;)

Obrigada equipe da Accu-Chek! Obrigada, SuaviPan, pela parceria com a Roche.1795772_814482975235899_1593109399_n 1604487_814482945235902_942337884_n

Eco Viver

Escolher uma academia, para mim, não é algo tão simples. Sou bem criteriosa, não só em relação a qualidade das atividades e conhecimentos dos profissionais. Escolher uma academia pode ser algo mais complexo.

Ano passado, na minha busca, encontrei a Eco Fit, uma academia que abraça o conceito de sustentabilidade. E me apaixonei. Por questões de logística, não consegui frequentar no ano passado. Cheguei a fazer matrícula, levei o filhote para fazer natação, mas não rolou. Tivemos de voltar atrás e cancelar. E o pessoal foi muito bacana na hora de cancelar. Um atendimento que nunca vi em academia alguma.

Este ano, não esqueci da Eco Fit, voltei lá e insisti. Luz natural, reaproveitamento das águas da chuva e do ar condicionado nas descargas, reciclagem de óleo de cozinha… “Toda madeira usada é certificada – com origem comprovada em áreas de reflorestamento –, ou de demolição. Para aquecer as piscinas é usado um sistema de captação de energia solar. Há ainda coleta seletiva de lixo, incluindo o cuidado com o óleo de cozinha e campanhas para o recolhimento de isopor, baterias, lâmpadas e lixo eletrônico”, explica o site da academia. E tem mais: alimentos descartados pelo restaurante e refeitório vão para a composteira e o minhocário. Os clientes que preferem deixar o carro em casa contam com bicicletário no local. O trabalho é resultado dos esforços de dois irmãos Antonio e Eduardo Gandra. “Queríamos criar um lugar em que os alunos se sentissem acolhidos e com uma filosofia voltada para a sustentabilidade”, diz Antonio no site da Eco Fit.

Os funcionários também podem se beneficiar de uma gestão participativa. “Há reuniões semanais entre funcionários e todos são convidados a opinar, dar ideias e contribuir para os rumos da empresa. “Quando se fala em ecologia, logo se pensa em proteger o mico leão dourado, mas preocupação com o meio ambiente também envolve pensar nas pessoas que convivem com você”, diz Antonio, no site.

Eu me encantei com essa proposta. E com o ambiente super acolhedor. E ainda com uma área de baby care, onde você pode deixar seu filhote para fazer sua atividade.

Quer saber mais? >>> http://goo.gl/WrViyT